CULTIVE A COMUNICAÇÃO E A CRIATIVIDADE NA

REDAÇÃO DOSE PUBLICITÁRIA

Nosso blog para você expandir seu aprendizado e inspiração apresentados nos programas da Dose Publicitária.

  • Designer Reimagina Tecnologias do Presente Existindo nos anos 80


    Quais são as tecnologias do passado que se equivalem as plataformas digitais de agora?
    Com criatividade e boa dose de nostalgia, a profissional designer nos leva uma reflexão nostálgico com sua arte

    O trabalho da designer argentina Luli Kibudi, viralizou na internet após seu mais recente projeto ter sido descoberto: Once Appon A Time. Um trocadilho com a palavra app e “era uma vez”. Em tradução livre, algo como “Era uma vez um aplicativo...”

    Em imagens simples, Luli reimaginou as mais recentes tecnologias do nosso tempo, como se elas existissem nos anos 80, numa proposta de exercitarmos a memória e pensar, como será que era isso no passado?

    AS CORRELAÇÕES DO PRESENTE NO PASSADO

    Esse já foi o Spotify de muita gente. Alíás, você saberia dizer qual a relação entre uma fita K7 e uma canete esferográfica? Responda nos comentários. 

    Para ouvir música, surgiu a novidade da fita k7, que possibilita gravar e regravar músicas a vontade. Uma opção bem mais barata e pratica do que gastar com discos de vinil.

    E o que fazia desse item nosso Spotify, como sugere a designer em uma das peças, é que as pessoas ficavam atento a programação do rádio, só esperando a música preferida começar, apertar o rec para gravar e escutar depois.

    Mesmo que se durante a música, tocasse um spot da emissora. Um paralelo perfeito para as propagandas do Spotfy para que ainda não assina o plano Premium e fica na versão gratuita.

    Alias, toda iconografia de avançar, pausar e parar música remete as utilizadas nos aparelhos toca-fitas e toca discos e que ainda hoje estão incorporadas a praticamente qualquer serviço e/ou plataforma de Streaming.


    Lembra dos finais de semana, de passar horas vasculhando as prateleiras da locadora prá finalmente alugar um filme? E o famoso slogam comercial"hoje é dia de sofá". E você, qual valor máximo já pagou de multa por ter atrasado a devolução do filme? Comente aí.

    O mesmo equivale para os serviços de Streaming como Netflix. As famosas fitas de videocassetes e a cultura da locadora. Não por acaso, Luli usou a própria Netflix como símbolo pois, nos primórdios a empresa começo como uma locadores de filmes.


    Me diz ai, com quantos disquetes se baixa seu jogo preferido? Não perca a conta, pois você ainda tinha que lembrar de organizar a ordem certa de cada disquete para a instalação dar certo.

    Quem teve seu primeiro computador nos anos 80/90, provavelmente se lembra dos famosos disquetes, que suportavam incríveis 1,44 MB de armazenamento. Faça as contas aí de quantos desses seriam precisos para salvar seu jogo de PS4 ou Xbox. Isso era o mais próximo do conceito de nuvem que existia nessa dessa época.


    Quantas cartas você já enviou na vida? Quantos e-mails spam você já teve que descartar antes de começar o dia de trabalho?

    Mandar cartas para se comunicar com alguém hoje temlá seu charme, mas atualmente serviços de e-mail dão conta do recado. E não se engane se escutar que o e-mail está morto. 
    Eu ( e provavelmente você também) ainda uso muito e-mail, mas de maneira a receber só o que considero mais importante, como respostas comerciais, para realizar cadastro em assinaturas de serviços on-line e baixar e-books gratuitos

    A grande maioria das empresas que trabalha com inbound marketing, ao coletar dados de clientes, pode até pedir seu numero de Whats App, mas sempre haverá o campo com a seguinte pergunta: Qual o seu melhor e-mail?


    Esse seu celular é WhatsApp?

    E por falar em WhatsApp, o serviço de troca de mensagens, por mais que tenha concorrentes a altura, trata-se do mais popular. Atualmente o WhatsApp conta com mais de 2 bilhões de usuários mundo afora. Aqui no Brasil adotamos como linguagem o “me manda um ZAP”, o correlato tupiniquim da expressão americana “whats up” que deu origem ao nome do app.

    Quem não tinha, usava telefone público que, para funcionar, usávamos uma ficha. Daí a o verbete “cair a ficha”, que fazia menção a quando a ligação era atendida.

    QUAL SERÁ A PRÓXIMA NOSTALGIA?

    Enfim, é curioso que os avanços tecnológicos do presente, que apontam para o futuro, sejam ainda comparados com as tecnologias do passado. Há nos itens nostálgicos mencionados uma certa aura imutável, que as faz inclusive serem artigos raros para colecionadores.

    Será que uns 100 anos à frente, se ainda existir humanidade, e as tecnologias evoluírem ainda mais, os App de agora estarão tão ultrapassados que serão eles a nostalgia do futuro? Quem viver verá.

    UMA INSPIRAÇÃO PARA SEU TRABALHO

    Para além da experiencia nostálgica e imersiva, o projeto de Luli pode inspirar jovens profissionais de comunicação, propaganda e design a se proporem a criar peças como essas como forma de exercitarem a criatividade, de forma livre, para construírem porrifólio e chamar atenção de empresas interessadas ou mesmo de clientes que desejem contratar seus serviços.

    Pensem no quanto o nome de Luli Kibudi tem rodado o mundo, via canais de comunicação, sites e blogs de noticias como o nosso. Essa pode ser uma boa maneira de manter sua mente criativa em movimento.

    Seguem links com mais do trabalho da Designer e conferir o projeto completo, direto da fonte.

    Behance

    Instagram
  • Krespinha: Bombril traz de volta um produto associado ao Racismo


    Direto dos anos 50, o produto carrega a marca de um racismo que não cabe em nenhuma época, sobretudo em um 2020 marcado por ações sociais afirmativas.

    Em meio a um turbilhão de protestos em favor de causas raciais, fomentadas pelo movimento #BlackLivesMetter nos EUA, a Bombril foi acusada de racismo por conta do relançamento da “Krespinha”, uma esponja de aço que historicamente tem na sua identidade visual uma composição que faz associação pejorativa aos cabelos crespos de mulheres negras. Em outras palavras, um produto racista.

    Segundo a empresa, “a marca estava no portfólio há quase 70 anos, sem nenhuma publicidade nos últimos anos, fato que não diminui nossa responsabilidade”.

    A declaração, feita após toda discussão repercutir nas rede sociais, se refere ao fato de que o produto poderia ser encontrado no campo de busca no site da empresa. O que demonstra que, a ação automática de recolocar o produto a disposição dos clientes revela, no minimo, uma despreocupação da empresa em resinificar a marca, para se desvincular o produto de sua origem e história preconceituosa. 

    E foi por meio dessa volta a divulgação que o produto caiu nas redes sociais e virou pauta em diversos canais de usuários e influenciadores que, dentre outros assuntos, tratam de ações raciais afirmativas.

    A hashtag #BombrilRacista se tornou um dos assuntos mais comentados do Twitter ontem, 17/06. A "Krespinha" pertencia a empresa S. A. Barros Loureiro Indústria e Comércio, e sua comercialização era realizada na loja Sabarco, em São Paulo.


    A imagem abaixo trata-se de uma publicidade do produto, veiculada em 1952. A imagem mostra uma menina negra, incorporada a letra K do logo, de forma a personificar a esponja na figura da garota.


    Anúncio da "Krespinha", de 1952

    O impacto negativo e preconceituoso dessa marca é tão profundo que, segundo apontou um usuário no Twitter, seria possível associar a letra K de “Krespinha” a uma alusão a KKK, sigla para Ku Klux Klan, pertencente ao grupo supremacista branco dos estados unidos, que à época do anúncio, vivia o seu auge.

    E nem é preciso ir tão longe. Imagine que, ter um produto desses, reforça mais de 1001 esteriótipos:

    Mulheres negras relegadas a apenas trabalhos domésticos;
    Associação pejorativa dos cabelos de pessoas negras coma palha de aço;



    E como bem aponta a mesma internauta, ter pessoas que trabalham com a construção do simbólico cultural por meio da propaganda e que tem em seu imaginário ideias preconceituosos como essas indicam que a real solução tem de vir de dentro pra fora da empresa. 

    A exemplo do que podemos ler no "sobre a empresa" em seu site, que tem  a Krespinha como um de sues produtos considerados "consagradas pela marca. Isto é, podemos entender que, o produto faz parte do que se compreende como declaração da cultura organizacional da empresa.
    Sobre a empresa, acessado em 18/06/2020 as 15:47

    Segundo o site Propaganda Históricas  já apontava em 2013, Nos dias de hoje, este anúncio poderia ser considerado politicamente incorreto, por associar o cabelo crespo de afrodescendentes à esponja de aço Krespinha". 

    Estamos em pelo 2020, vivendo um apogeu de pautas raciais, que têm cada vez mais ocupado espaços da internet, mídias e veículos de comunicação e a BomBril foi além e pode comprovar, na prática o quão, preconceituoso e racista sempre foi esse produto.



    Por meio de uma nota de esclarecimento, a empresa comentou sobre o impacto da repercussão que causou. E, além de ter retirado o produto do site, até o momento da redação desta matéria, a declaração que segue foi o único posicionamento feito pela BomBril.




    Vale relembrar também que na Bombril ja foi acusada de racismo e por atos de misoginia em anúncios para seu produto estrela, a palha de aço BomBril, que carrega o nome da empresa.

    Em 2012, o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (CONAR) recebeu treze denúncias de consumidoras contra logomarca da campanha “Mulheres que Brilham”, composta por imagens do cabelo próprio de mulheres afrodescendentes. Uma associação racista, já que o simbólico da marca, usada dessa maneira, reforçava o esteriótipo que compara cabelos de pessoas negras a esponjas de aço.


    Na ocasião,  por unanimidade, o CONAR recomendou o arquivamento da representação em tela. Diante do veredito, a Bombril, informou que decidiu alterar o logotipo por causa das reclamações, sem ter reconhecido de fato o erro ético da sua campanha.

    Alguns internautas ainda acusam que a empresa já praticou também Black Face que, segundo a definição da Wikipédia, trata-se de uma "prática teatral de atores que se coloriam com o carvão de cortiça para representar personagens afro-americanos de forma exagerada, geralmente em shows norte-americanos". 

    O garoto Bombril, interpretado por 37 anos pelo ator Carlos Morenos, (feito que lhe rendou o título do Guinness Book, o Livro dos Recordes, de Garanto Propaganda há mais tempo no ar, desde 1978 até sua saída em 2017já se vestiu do Pelé em um anúncio para marca.

    Nesse ponto da critica, é necessário um pouco de cautela, pois o contexto dessa campanha nos revela que Moreno estava, de alguma forma, prestando homenagens a diversas personalidades importantes do Brasil e mundo e, por isso,  já se vestiu de figuras como Mona Lisa, Che Guevara, Papa Bento XVI, entre outros.

    Garoto BomBril e alguns dos 1001 personagens vividos por Carlos Moreno, incluido figuras como Barac Obana e Pelé

    Pelé foi um dentre muitos, inclusive houve oportunidade em que Carlos Moreno, o Garoto Bombril e o próprio Pelé atuaram junto em um comercial pela marca.

    Portanto, como reforcei nesse artigo, as criticas acerca desse caso da marca "Krespinha" são necessárias e devem ser feitas, afinal isso é um dos tantos reflexos do que o racismo estrutural causa, moldando nossos pensamentos, ideias e preconceitos em relação ao negro em nossa sociedade.

    A Bombril, resta se por a repensar sobre o caso, indo além de só emitir uma nota de esclarecimento e a retirada do produto do mercado (virtual  e físico).

    Mesmo diante dessa crise, criada por ela mesmo, é possível se pensar em rever os erros recentes e do passado e se propor verdadeiramente a transformar o aprendizado em soluções efetivas, que comecem de dentro da empresa, na sua cultura organizacional, lideres e liderados, em todos os níveis até chegar na propaganda com o publico.

    Mas é preciso coragem para assumir esse compromisso com valores tão caros para sociedade, mercado e empresa.

    Pergunto: há coragem ou sobra covardia?
  • Como foi o Dia dos Namorados Nas redes sociais das Marcas 2017


    Caso ainda você ainda não saiba o dia dos namorados no Brasil que é em 12 de Junho, é coisa nossa, pois só nosso pais comemora nessa data.


    Uma exclusividade que foi criada pelo publicitário, Agripino da Costa Doria Neto, (pai de João Doria Jr, atual prefeito de São Paulo) em 1949, em campanha publicitária para loja A Exposição Clipper, localizada no Largo Santa Cecília, em São Paulo.

    Desde então, a data mexe muito com nossos corações e bolsos. E com as redes sociais, a data fia ainda mais emocionante, pois as marcas tem se aproveitado muito bem, para criar conteúdo e gerar conversa com as pessoas que navegam nas rede.

    Tiveram alguns erros, e outros acertos.

    Resolvi então, elencar abaixo algumas postagens que mais me chamaram a atenção, junto com minha dose de opinião. E claro, espero seu comentário.

    Lu, do Magazine Luiza, deu para mais de 150 no Tinder

    A Lu, persona virtual do Magazine Luiza, resolveu levar a sério o slogam do “vem ser feliz” da marca e criou um perfil no Tinder, aplicativo de relacionamento.


    Em tempos de amores e relaci onamentos virtuais, a Lu saiu marcando presença e território, dando Match para geral que cruzasse com ela. Tudo com segundas intenções, pois quem desse Match de volta, ela dava descontos para compras realizadas no aplicativo da loja. Resultado: mais de 150 mil matches da personagem com os usuários do Tinder.

    A ação, criada pela Spark, contou com ajuda de influenciadores do Twitter e instagram. Segundo o sie blue bus, Agência e anunciante comemoram os resultados da ação – o CTR bateu 5,5%, número 5 vezes maior que a taxa média da plataforma de relacionamentos, e o engajamento foi de 14%, duas vezes maior que a média do Tinder.

    Até a Match.com, empresa dona do Tinder, aderiu a brincadeira e deu match na Lu.

    Uma conversa mal dita entre namorada e o Flamenguista Apaixonado

    Uma ação do Esporte Interativo em sua fanpage, dividiu opiniões. A postagem simulava uma conversa entre um casal de namorados no WhatsApp.

    De um lado um homem apaixonado pelo flamengo, conversa com sua namorada, que fica lhe pedindo para perder alguns minutinhos do jogo, para ir na casa dela conversarem.

    No contexto, criar uma narrativa em que o homem fica se esquivando da namorada “chata” que quer atrapalhar seu entretenimento.



    Sabem quando a gente escreve algo no Whats, mas depois apaga e escreve outra coisa, pois julgamos que não soaria tão bem, e então enviamos outra mensagem?

    A inspiração do post foi baseada nisso, o namorado escreve algo que “gostaria realmente de falar para a namorada”, mas titubeia e acaba enviando outra, para não magoar a companheira.

    O problema são os textos que o namorado não enviou que incomodaram muita gente.



    Fontes:

    http://www.bluebus.com.br/lu-do-magazine-luiza-conseguiu-150-mil-matches-no-tinder-no-dia-dos-namorados/
  • Dia Dos Namorados No Brasil: Invenção de Um Publicitário, Pai de João Dória

    publicitário Agripino da Costa Doria Neto, (pai de João Doria Jr), que ajudou a instituior o dia 12 de junho como data exclusiva e oficila do dias dos namorados no Brasil

    O dia dos namorados aqui no Brasil poderia ser uma festa só, já que em quase todo mundo a data se comemora em 14 de fevereiro, dia São Valentin.

    Mas, em nosso carnaval os relacionamentos são, digamos, mais passageiros, por aqui, comemoramos em 12 de junho, véspera de Santo Antônio, conhecido por ter em seu portfólio de milagres, a graça de ser casamenteiro.


    Porém, apesar de parte de nossa população ter uma cultura católica, o dia dos namorados em 12 de junho foi motivado por nossa cultura consumista/capitalista, algo que sempre mexeu muito com nossos corações e bolsos.

    Tudo começou em junho de 1949, quando o publicitário Agripino da Costa Doria Neto, (pai de João Doria Jr, atual prefeito de São Paulo) criou com sua equipe uma campanha publicitária para loja A Exposição Clipper, localizada no Largo Santa Cecília, em São Paulo.

    O Desafio eo Briefing

    Os negócios não estavam indo bem para A Exposição Clipper e a empresa resolveu contratar uma agência publicitária, dando a ela a missão de criar novas estratégias para aquecer as vendas.



    A pesquisa e o Planejamento

    Entra em cena, Agripino, que viu que na época de junho, meio do ano, as vendas do comercio eram muito baixas, pois era um mês sem qualquer data comemorativa como dia das mães (maio), dia dos pais (julho).

    Com isso, o Pai de João Dória desenvolveu uma campanha completa com o apoio da Federação do Comércio.

    O conceito

    O dia 12 de junho foi escolhido como Dia dos Namorados, justamente por ser véspera da festa do de Santo Antônio, conhecido por ser um santo "casamenteiro", tradicionalmente seguido no nordeste do país, local de nascimento de Dória.

    E a campanha laçou não só os corações paulistanos, com o slogan “Não é só de beijos que se prova o amor”, como também trouxe para agência uma das coisas que os publicitários mais gostam de ganhar, além de muito dinheiro e status:

    Dória ganhou o prêmio de “agência do ano”.

    Abaixo, imagens e algumas peças de anúncios criados para campanha:





    Além disso, no ano seguinte, o 12 de junho passou a ser o Dia dos Namorados em todo o Brasil seguindo a tendência criada por ele em de São Paulo.

    Fontes:

    http://sao-paulo.estadao.com.br/blogs/edison-veiga/foi-sao-paulo-que-fez/

    http://www.editoracontexto.com.br/blog/por-que-no-brasil-o-dia-dos-namorados-e-em-junho/

    http://www.saopauloantiga.com.br/galpao-a-exposicao-clipper/

    http://brasileiros.com.br/2016/06/dia-dos-namorados-um-feriado-comercial-com-apelo-religioso/

    https://www.ideafixa.com/oldbutgold/quem-inventou-o-dia-dos-namorados

    https://m.folha.uol.com.br/cotidiano/2016/12/1845402-conheca-a-historia-das-tres-geracoes-de-jooes-dorias-que-entraram-na-politica.shtml

    https://www.gazetadopovo.com.br/politica/republica/filho-de-deputado-de-esquerda-e-exilado-na-ditadura-o-dna-politico-de-joao-doria-que-voce-nao-conhece-6t749rjhb2bnk5efrgek45a2c/


  • Saindo do Quadrado: Skol Continua Quebrando Esteriótipos de Comerciais de Cerveja


    SKOL lança filme com personagens reais para questionar estereótipos
    bicicleta A cerveja Skol realmente não só está levando a sério a desconstrução simbólica dos estereótipos dos comerciais de cerveja, mas está expandindo esse novo universo e jeito de se vender cerveja.

    Depois de ter chamado artistas plásticas para ressignificar os antigos anúncios da marca, que como tantas outras, usavam mulheres seminuas como apelo visual e fálico para atingir o suposto único público alvo, os homens, agora a marca propôs uma ação para questionar alguns estereótipos da sociedade.


    Não parece comercial de Cerveja, mas é

    Sem roteiro definido e sem saber que estavam participando de uma campanha de cerveja, pessoas com os mais diversos perfis foram selecionadas para participar da experiência social promovida pela marca.

    Três grupos de cinco pessoas foram desafiados a descrever como eram os donos de objetos deixados em uma sala.

    A exemplo, se você visse um novelo de lã e uma agulha de tricô, seria provavel afirmar que pertencia a uma velha senhora, como uma daquelas vovôs que sempre vimos sendo representada em programas de tv ou cinema.


    Para surpresa, O dono das agulhas é Thiago Rezende, 35 anos, artista plástico.



    Além do Thiago, foram escolhidos outros dois personagens reais para desmistificarem padrões. O iluminador cênico, Renato Lopes, de 32 anos, que nas horas livres é dançarino de Lindy Hop, um estilo de dança do século 20 e o químico, Luiz Giácomo, de 74 anos, campeão mundial de Patinação de Velocidade.

    O conceito é quebrar conceitos

    A proposta do filme é mostrar como todos ainda tiram conclusões precipitadas ao se deparar com elementos que supostamente definem um estereótipo. E como nos surpreendermos ao perceber que ainda vivemos dentro do clichê de que quem vê objeto, ou rosto, não vê nem alma e nem coração.



    “Temos convidado pessoas, de diferentes formas, a quebrarem padrões e experimentarem a viver uma vida com mais respeito e sem estereótipos. Mas, como sempre, queríamos ir além e mostrar como tiramos conclusões rápidas à primeira vista. Acreditamos que abrir cada vez mais frentes de diálogo é a melhor forma de mudarmos essa forma antiga de ver o mundo e passar a enxerga-lo de verdade. E essa é uma transformação que estamos incentivando de dentro para fora em SKOL”, comenta Maria Fernanda de Albuquerque, diretora de marketing de SKOL.

    A série, criada pela F/Nazca Saatchi & Saatchi junto com a produtora Prodigo Films e dirigida por Daniel Klajmic, faz parte da campanha Redondo é sair do seu Quadrado, que desde o início do ano tem provocado o público a abrir o olhar para novas perspectivas, sempre tendo o respeito como principal bandeira.


    “Sair do quadrado para SKOL, é mostrar que não existe idade, padrão, maneira ou hábito certo para ser quem você é e curtir isso da melhor forma possível.  Não dá para colocar ninguém em um quadrado. Se deixe surpreender também", completa Maria Fernanda.

    Dose de opinião

    Se você é daqueles que pensa em criticar esse posicionamento da Skol e de tantas outras marcas, argumentando que querem mudar o jeito de vender cerveja. Que propaganda de cerveja Boa, para ser a número 1, tem que ter verão, mulher gostosa, de biquine, sensual e que para bom entendedor, uma virilha de mulher basta, saiba que, no passado, o uso desses tipos de apelos para venda de cerveja nunca tiveram uma justificativa plausível.

    Quem fazia assim, apenas se valia de que o Brasil sempre foi um pais tropical, abençoado por Deus e com mulheres bonitas por natureza.

    Talvez isso sirva como boa música para os ouvidos, mas o fato é que esse tipo de estratégia foi muito mais no sentido de criar hábito baseado na opinião particular de um dono de agência.

    Se esta nova maneira de vender cerveja vai pegar, no sentido de vender mais, precisaria fazer uma análise mais profunda. Fato é que esta é uma tendência da publicidade, de rever seus conceitos e estereótipos que ela mesmo criou e cria.

    O melhor mesmo, é deixarmos de ser tão quadrados.

    Que tal também questionar: cerveja só se toma na mesa do bar?

    Com informações da assessoria de imprensa

    Ficha técnica:


    AGÊNCIA: F/Nazca Saatchi & Saatchi
    CLIENTE: Ambev
    PRODUTO: Skol
    TÍTULO: Quem é essa pessoa
    DIREÇÃO GERAL DE CRIAÇÃO: Fabio Fernandes
    DIREÇÃO DE CRIAÇÃO:  Theo Rocha | Toni Fernandes | Leonardo Claret
    CRIAÇÃO: Charles Faria | Andre Fukumoto | Theo Rocha | Leonardo Claret
    ATENDIMENTO: Ricardo Forli | Thiago Iusim | Marcela Paiva | Julia Marquezi | Tathiana Sacco
    MÍDIA: Mauricio Almeida | Thiago Custódio | Amaury Magalhães | Eric Zanelli | Juliana Roque | Gustavo Masson
    PLANEJAMENTO: Danilo Lima | Quentin Mahe | Murilo Toda
    DIREÇÃO DE PRODUÇÃO INTEGRADA: Juliana Hasegawa
    RTVC: Giuliano Enrico Springhetti
    PRODUTORA DE FILME: Prodigo Films
    DIREÇÃO: Daniel Klajmic
    PRODUTOR EXECUTIVO: Francesco Civita
    COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO: Gregory Bogossian | Nathalie Gautier
    EQUIPE DE COORDENAÇÃO: Karla Fernandes | Fabiana Baptista | Nathalia Trindade | Tatiana Sato | Lucas Pereira
    ATENDIMENTO PRODUTORA: Chico Pedreira | Vivian Sader
    ASSISTENTE DE ATENDIMENTO: Jay Leonel
    ASSISTENTE DE DIREÇÃO: Flavia Meszberg
    DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA: Daniel Klajmic
    DIRETOR DE ARTE:  Andres Zarza
    COORDENAÇÃO DE PÓS-PRODUÇÃO: Tutu Mesquita
    ASSISTENTE DE PÓS: Bel Wallis | Everson Martins
    MONTAGEM: André Dias | AMC
    PÓS-PRODUÇÃO: Prodigo Films
    FINALIZADOR: Georges Sakamoto
    FINALIZAÇÃO: Prodigo Films
    PRODUTORA DE SOM: Loud
    TRILHA: Equipe Loud
    DIREÇÃO MUSICAL: Equipe Loud 
    ATENDIMENTO: Ludmila Stempniewski
    APROVAÇÃO CLIENTE: Paula Lindenberg | Maria Fernanda Albuquerque| Daniel Feitoza | Kim Moraes
  • O Segredo da Batata Show no Cone que ressucitou Mauricio Mattar | #DropsPublicitario


    O Segredo da Batata Show no Cone que ressucitou Mauricio Mattar Comercial estrelado pelo ator e cantor Mauricio Mattar Bombou nesta quinta-feira (13) logo depois da divertida página O Brasil Que Deu Certo compartilhar.

    Um exemplo de propaganda tosca que acaba revertendo algum resultado, no caso a grande alta de visualizações do video e por ter levado mais pessoas a conhecerem a tal iguaria, criada em 2014 pela rede de franquias Batata Show no Cone.

     

    O que disse a Batata Show?

    A internet, lugar onde a zueira never ends, tudo foi levado no "bom humor", e diversos memes e remixes tem sido feitos com o comercial das Batatas Show no Cone.

    Uma exposição que tem sido considerada positiva, pois muitos defendem essa tese usando como argumento a essencia da expressão popular "Bem ou mau, falem de mim".

    Em depoimento ao site da Veja São Paulo, Junior Balbo, 27 anos, um dos donos da marca Batata Show comentou que “Nós contratamos uma empresa de marketing e eles recomendaram o Maurício Mattar”, “Talvez tenha alguma crítica, mas toda publicidade é positiva”.

    Pois é, como publicitário, fico pensando como outros colegas de profissão e agências se sentem ao ver algo assim ser considerado relevante pela massa até mesmo pelo cliente.




     

    Quem criou o comercial da Batata Show?

    Mas, afinal que empresa de marketing foi capaz de ter uma ideia dessa para um comercial assim?

    Não precisei pesquisar muito para descobrir que a propaganda das Batatas Show, que ressucitou o ex-ator global e cantor Mauricio Mattar, foi postada em 10 de nov de 2016 no canal do You Tube da JPS Phoenix, produtora musical e artistica que tem como um dos sócios o Maestro José Paulo Soares, conhecido como Maestro Pica-Pau e que lidera a banda que toca no progama do Ratinho no SBT.


    No detalhe, Mestro José Pulo Soares, o Maestro Pica-Pau do programa do Ratinho

    No site da JPS eles se vendem como uma empresa que prestam serviços de edição de videos, design e fotos. No portifólio de clientes, além de diversos depoimentos de artistas e clebridades, eles possuem diversos videos de negócios, comerciais e videoclips de bandas.

    Muitas até com uma produção artistica e conceitual razoavelmente bem feitas.

    No entanto, existem outras perolas como esta aqui, criada para divulgar a rede de quadras esportivas Arena Soccer Grass Neymar Jr.

    Sim, o crack da seleção Brasileira de futebol tambem entrou nessa, mas como um boneco de papelão e uma versão em jingle do clássico O Guarany de Carlos Gomes e que é tocada em violino pelo proprio Maestro Pica-Pau.

    Tenho certeza que o hit desse jingle vai embalar os chicletes musicais que atazanam nossa mente: Tô,Tô,Tô,Tô na Arena!




    Mas afinal, qual o problema desse "comercial"?

    Muitos advogam que "todo trabalho é dgno" e que as chacotas e maldizeres por parte do público da internet trata-se de pura maldade.

    Os donos da batata show foram muito inteligentes em trazer essa deliciosa iguaria muito comum em países da europa como Belgica e Holanda. 

    E com a visão de negócios, perceberam que, apesar de este produto não existir no Brasil, sacaram que o publico brasileiro poderia ser bem receptivo a novidade.

    Afinal, quem nunca se deliciou com as gordurosas batas fritas vendidas em frente a faculdades, por exemplo.

    Sem falar que, segundo o proprio site da  empresa, eles possuem mais de 90 anos no mercado de batatas.

    Para ajudar a divulgar o produto, a empresa investiu na criação de um site, muito bem feito por sinal, e tambem em conteúdo jornalistico, tornando-se um matéria em video de um telejornal que explicou de cabo a rabo toda história de sucesso por trás da batata:




    O que quero dizer com tudo isso?

    Quando você analisa e compara essas duas estratégias, causa uma certa incomgruencia, estranheza. Nem parece que se trata da mesma empresa, tradiconal, conceituada e que teve todo cuidado estratégico necessário para divulgar o produto.

    E o Mauricio Mattar, o que falou sobre a Batata Show?

    Mesmo longe dos holofotes da mídia, Mauricio Mattar tem investido em sua carreira como cantor que é acessorada pela produtora musical Music Buzz. Seu último trabalho como ator foi em 2013 na novela Dona Xepa, da Record.

    PS: Sempre escutei que a expressão "bater uma Xepa" seria algo como matar a fome.

    Até o momento que postei esta matéria, não vi nehuma manifestação do Mauricio em suas redes oficiais. Talvez ele nem está se dando conta, ainda, da repersução da peça, pois como disse, o famigerado comercial da Batata Show foi postado em 2016 e só bombou agora na internet.

    Agora, será que ele, a equipe da Music Buzz e seus acessores consideraram positivo essa associação que tem sido feita com o Mauricio?

    Eu gostaria muito de ver o depoimento do Mauricio e tentar entender o motivo que o levou a ceitar fazer este comercial.

    E se ele mesmo está levando na esportiva e se matando de rir ou quer mesmo se matar de vergonha. Vamos esperar. Caso aconteça, atualizo a postagem.


    Fontes:

    https://www.facebook.com/obrasilquedeucerto/

    http://vejasp.abril.com.br/blog/pop/propaganda-de-batata-com-mauricio-mattar-repercute-nas-redes/

    http://www.administradores.com.br/noticias/marketing/este-comercial-com-mauricio-mattar-nao-e-uma-piada/118308/

    https://bahianoar.com/comercial-com-mauricio-mattar-vendendo-batata-frita-vira-piada-na-internet/

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